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quarta-feira, 30 de maio de 2012

A menina que amava o vento

 "Conta-se a história de que uma vez uma garota se apaixonou pelo vento. Tudo começou devagar: Um dia a menina estava sentada chorando de amores e o vento bateu no seu rosto. Aquela sensação foi como um aconchego para a moça que logo se apaixonou. Só que, é o vento; Ele vai, ele volta. 
Cada vez que o vento soprava na direção contrária, a menina corria atrás dele. Nunca conseguiu de fato alcança-lo, mas ela tentava e tentava, e tentava mais uma vez, apesar dos conselhos de todos. Os outros, porém, achavam aquilo muito estranho, afinal, era só o vento.
As pessoas da aldeia perguntavam pra ela "Porque você continua perseguindo o vento? isso não faz sentido!". a menina, porém, sabia disso e respondia sempre que jamais o voltaria a o fazer. mas o vento voltava e ela continuava correndo atrás.
Aquilo começou a deixar a menina louca. No final ela não entendia porque corria atrás do vento sempre que ele voltava e batia nos seus cabelos; até chamava aquilo de amor. Dizia para si mesmo que não precisava de mais nada, só do vento.
Por fim as pessoas começaram a se questionar sobre essa tal noção de amor da menina. Todos menos um sábio que lhe perguntou pra que servia o amor se o sentimento não era reciproco, afinal o vento ia e vinha quando queria. Obviamente a menina refletiu, jurou e prometeu de pés juntos que jamais ia correr atrás do vento, mas de nada adiantou. Na primeira mudança de briza, o vento voltou, dessa vez mais forte, batendo com violência no seu rosto, esvoaçando feroz em seus cabelos. E, como sempre, e a menina correu atrás.
As pessoas á volta desistiram de falar algo.Não importa quando ou como o vento viesse, a menina logo voltava a correr atrás deles. Ela se julgava feliz assim e era teimosa demais para ouvir os outros. A menina então continuou correndo quando o vento vinha. E o vento? Bom, continua sendo o vento. Continua não sendo de ninguém."

E se você, menina, está esperando um final feliz para essa história, garanto desde já que não vai ter. Não é legal se apaixonar pelo vento. Nunca foi. Estou certo que deva ter coisa melhor e mais concreta por aí, certo? hehe

Texto curto e simples.
Boa Noite.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Quem ouve o psicologo?

Para quem não sabe, eu sou um psicólogo. Não meus amigos, eu faço cinema, mas to dizendo que sou psicólogo exatamente para vocês, antes de começarem a explorar o assunto desse tema, entenderem que não é da função profissão que eu quero falar aqui.
Pra começar, o que é o psicologo, no caso? O psicologo é aquele seu amigo trouxa (no bom sentido) que está ali para você fazer análise quando quiser, pra te escutar e te dar até conselhos sem cobrar nada por isso. É, na minha humilde opinião, melhor até mesmo que um psicólogo de profissão, já que esse vai analisar a SUA concepção das coisas e não todo um contexto; ele está de fora, nem se quisesse (e digo isso porque claramente alguns NÃO QUEREM), ele poderia fazer isso.

Acontece porém, que não é todo mundo que é psicologo e, como tal, não são todos que têm a capacidade, ou vontade ou mesmo a paciência de exercer tal função. Não entenda mal, tem gente que simplesmente não nasceu pra isso. Se você está mal, essa pessoa vai acabar por optar por te levar pra sair, fazer esquecer seus problemas. Talvez funcione melhor que o psicólogo, mas não vem ao caso. A questão principal desse texto é, se o psicólogo ouve todos, quem ouve o psicólogo? É complexo.

Podemos dizer que um outro psicólogo, mas no mundo onde vivemos eles estão cada vez mais em extinção. As pessoas têm suas vidas, seus problemas individuais e de longe querem se envolver com os outros. Às vezes não é má vontade, mas outras sim. Faz parte do mundo individualista que vivemos. O psicólogo tem seus próprios problemas e ainda suporta os dos outros. Se tem alguem que precisa esvaziar o copo, então esse é ele. Não se iluda, caro leitor, achando que o psicólogo é capaz de resolver os seus próprios problemas, ou você nunca ouviu falar que "o jardim do vizinho é sempre mais verde"? Ele é mais verde exatamente porque você está de fora, vê tudo de forma diferente.

Já constatamos então que não é possível que o psicólogo ser ouvido apenas pelos psicólogos porque eles são poucos, que nem todo amigo pode ser psicologo e que uma psicólogo não é capaz de resolver os próprios problemas. Então o que sobra? Uma vez fiz um texto que dizia que nós não "somos" e sim "estamos". No caso, seja, dentro de todas as coisas, um psicólogo "part-time". "Ah, mas eu não sei o que dizer. Não sou bom aconselhando as pessoas...." - Ouça. Só isso vai fazer muito bem a um psicólogo; é uma ajuda muito grande, fora que é um sentimento psicológico maior ainda. Lembram quando eu falei de valorizar os outros, só o fato de você demonstrar preocupação, já vai acalmar um pouco a alma do psicólogo.

Só isso por hoje, sem frases de efeito. Se eu não atualizar isso hoje, só semana que vem. Hehe
Boa noite a todos os psicólogos de plantão e todos aqueles que podem exercer essa função nem que seja por um momento só.

Até o/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cobras e Lagartos

Sabe aquelas pessoas que de manhã parece que na noite passada brigaram com a mulher e acabaram por dormir no sofá? Pois bem, tal "Dia de fúria" é tão estúpido e sem sentido que seria até despensavel. Entenda que o céu não vai abrir um arco-iris para você com essa atitude de cavalo (que me desculpem os cavalos; alguns são bem dóceis, inclusive), ou porquê você resolveu inverter as funções da sua boca e do seu aparelho excretor, e passou só a falar dejetos totalmente descartáveis e sem proposito algum pra minha vida.
Veja bem, não vou te dar colo, portanto guarde seus problemas para si e não desconte em mim. Vai lava ruma louça, pendurar uma roupa, se trancar no banheiro, sei la! Se quiser um ombro amigo, converse; pode ter certeza que vou estar lá para ajudar, se for o caso. Só aviso: Ajudo quem quer ser ajudado - também sei dar coice, se necessário.

Escrevi diretamente, portanto falo desde já que não foi uma indireta a alguem especifico. "Qual o proposito desse texto, então?" Vejamos, vivemos num mundo onde o individual está cada vez mais forte e as pessoas não conversam mais. Por outro lado, tudo que elas fazem é brigar, discutir e descontar seus problemas nos outros que de nada têm a ver com essa situação. Todos temos problemas, já pensou como seria se cada um agisse dessa maneira?

O mundo já é complicado por si só. as situações hierarquizadas às quais os submetemos nos fazem ser destratados algumas vezes. Quem aqui nunca teve um dia ruim com um professor de escola ou faculdade? Até mesmo um chefe no trabalho. Faz parte. Inclusive, na verdade, eu escrevi esse texto no caderno durante a aula - chame de aliviar os pensamentos, se quiser.
Geralmente eu costumo deixar a mensagem par ao final, mas ela está ali no inicio, já. Melhor não repetir.

Faça amor, não guerra e seja feliz. Respeite os outros pra ser respeitado, e nunca destrata aquela que parece inferior Vai que o jogo vira? E olha que vira, hein....

Boa Tarde, meus senhores e senhoras!
Um ótimo e respeitoso resto de dia para vocês. 

domingo, 18 de março de 2012

Da serie Recados Rápidos: esterotipo

Galera, vamos ser claros de uma vez por todas:

Português não é burro
Brasileiro não é malandro
Americano não vive comendo fast food
Alemães não comem salsichão e bebem cerveja  dia todo
Ingleses não ficam só tomando chá e são todos bem educados
Mexicanos não tem necessariamente que andar de sombreiro
Escoceses não ficam todos andando por aí de Kilt
E você não é tão provido de inteligencia como devia se realmente acha isso.

Vamos lá, meu caro generalizador, você é mais forte que isso pra saber que estereótipos só servem pra sacanear o amigo. Tentar provocar alguem que você não goste com isso é a inútil e ilógico. Por quê? Porque ninguém em alguma consciência vai levar a serio esse tipo de provocação, logo você vai passar como um idiota que realmente não tem argumentos. Já com os amigos, é diferente, eu tenho amigos baianos com quem brinco do estereótipo quando estão com preguiça, mineiros quietinhos, gaúchos quando...er, deixa pra la. Rs
O importante é medir as coisas, e eu estou sendo bem direto hoje, portanto se você leva a serio o estereótipo, o burro é você.

Caros amigos, não aconteceu comigo, mas é que eu vejo muitos brasileiros falando mal de portugueses e vice versa. Principalmente em jogos e isso sequer é uma maioria. Em geral os povos convivem bem, mas sempre tem os idiotas que estragam essa concepção. Infelizmente 1 não vale mais do que 10 "sims" nessa nossa sociedade, portanto um acaba formando um estereótipo de um povo. Deprimente.

Mais um desabafo básico, galerinha. Não levem a mal.
Boa Noite!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Valorize os outros para se valozirar a si mesmo

Galera, faculdade começou e a criatividade acabou. Portanto eu vou fazer um mini texto só pra deixar um recado e atualizar aqui.
Uns podem chamar isso de indireta, outros certamente o deveriam fazer. Então vamos lá.

Serio, dessa vez serei bem direto, se você gosta de alguém, diga-o ou faça-o sentir isso. Por mais obvio que pareça, cuide. existe uma musica da MPB intitulada "Sozinho", eu a conheci na voz de Caetano Veloso, mas vários interpretes falam dela. Ta, mas porque eu estou falando disso agora? De fato a letra não tem nada a ver com o que e venho falar aqui. Apesar disso, tem um verso dela que diz o seguinte: "quando a gente ama, é claro que a gente cuida". - Mias correto que isso, impossível.

Para quem ta achando até então, não falo como dono da verdade até porque muitas vezes eu ajo dessa forma. Além do mais, quando falo de gostar de alguem, fala de qualquer pessoa, amigo, namorado, cachorro, periquito, papagaio, enfim! Somos seres cujo imaginário está sempre funcionando; pensamos demais e por isso somos inseguros. No momento que você torna obvio que gosta de alguem, você tem que deixar claro isso sempre. - Logicamente que com moderação. - A pessoa pode dizer que já sabe e bla bla bla, mas no fundo ela precisa saber disso, se sentir amada.
Não se esqueça disso, porque senão seus amigos esquecerão também e aos poucos vocês vão perder contacto. E, a não ser que seja proposital, ninguém quer isso não é?

Fica a dica. Para todos que sentiram como indireta, talvez seja, talvez não. Na verdade eu não sei a quem me destinava quando falei isso, ms enfim. Ta dito.
Próximo texto será um pedido, envolve menos criatividades. Hehe

Boa Noite a todos os que valorizam e os que não.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Balanceamento cósmico

Você acredita em mapa astral, Tarot e essas parafernalhas ditas misticas? Eu, sinceramente, responderia que respeito. Não pretendo brincar com o inexplicável e acabar causando a ira de alguma força superior; melhor eu num canto e elas no outro. Confesso, porem, que tenho medo quando certas previsões acertam em cheio.

Ok, mas porque estou falando disso? Desde pequeno escuto que um sorriso abre muitas portas e que eu tenho uma configuração astral que me favorece se eu não me tornar alguém que cuida dos outros e os ajuda quando necessário. Até esse ponto, tudo bem. A questão é, se você acredita nessas coisas, então você obrigatoriamente tem que acreditar em destino.  Se esse é o caso, eu pergunto: Até que ponto saber das possibilidades futuras não mudam seu destino?
vou tentar explicar melhor. Dizem que o futuro está relacionado aos seus atos do passado e presente. Naturalmente, "sabendo do futuro", a pessoa vai tentar chegar até lá e então mudar o curso de toda sua vida. Porem, pela lógica, fazendo isso ela pode estar alterando tudo que foi previsto, levando esse futuro a se tornar outro; um paralelo. Confuso? Talvez, mas tem lógica.

Portanto, não conhecer o futuro ou suas possibilidades é o melhor caminho. Sou apologista de deixarmos tudo fluir naturalmente, seguindo apenas nossas vontades e não baseado em previsões futuras. deixemos os búzios na praia, usemos as cartas só pra jogar Sueca e os mapas astrais deixem para os astronautas se guiarem nas suas viagens além-mundo.

Para quem não acredita, esse texto não serviu de nada. Pra quem acredita, talvez não tenha servido de nada também, já que a vontade de interferir no próprio destino fala mais alto.
Texto sem utilidade nenhuma, portanto. Só uma curiosidade; uma experiência própria. Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs (pra você, minha amiga e leitora, que odeia meus Rs. rs)

tudo faz sentido do jeito que é: balanceado naturalmente. Já falei várias vezes aqui, sou um romântico pela vida do jeito que ela foi criada, portanto não sou fã de qualquer coisa que altere esse Balanceamento Cósmico.

Boa Noite e em breve teremos novidades por aqui. Hehe

domingo, 5 de junho de 2011

De volta às "Esteriotipizações"

Recentemente fui fazer um trabalho de radio novela na faculdade e, como esperado, pediram pra eu fazer um português. Ok, interessante até mesmo para mim que não tenho o habito de falar tanto com o sotaque de antes. Enfim, o que eu achei engraçado é que o meu sotaque foi simples demais pra fazer o personagem, portanto um amigo, brasileiro, acabou por terminar o trabalho.
Aí aconteceu algo bem interessante do meu ponto de vista, começou uma discussão sobre se existe ou não esse sotaque forçado que eles queriam que eu fizesse. Tirando todas as partes maçantes da conversa, teve um trecho que me chamou a atenção:

"Como é que não existe se eu já escutei e não entendi nada!?"

A resposta a essa pergunta é mais simples que parece. Seu ouvido está acostumado a relacionar a sátira do sotaque português, ao português como um todo. Muito culpa da dublagem, sinceramente, mas nem vou entrar nesse ponto (quem sabe um dia eu faça um texto só sobre dublagem).
O ponto aqui é o seguinte: Não é só porque o Brasil é um país continental que dentro dele se possui vários idiomas; os outros também têm. O que vocês costumam chamar de sotaque "português" é uma mistura do sotaque dos arquipélagos portugueses (Madeira e Açores que possuem sotaques bem fechados e pra dentro) com as sátiras que foram montadas.

Então, eu proponho um exercício semelhante; procurei no google algum português imitando brasileiro e, com alguma dificuldade, acabei achando. Ta aí o resultado:

Claramente esse vídeo mostra o que é o estereótipo. Brasileiro, você é, para o resto do mundo, Carioca (não tinha reparado isso? você não viu "Rio"? xD). Agora, essa imitação, está boa para vocês? Mais que isso, você de outro estado, se identifica com essa pronuncia?
É...como pensei. Basta até ver o conteúdo dos poucos comentários que o vídeo teve no YouTube! Algumas pessoas com quem falou falaram inclusive que "era uma vergonha e uma falta de respeito". Caso encerrado! Rs
Para você que achou que esse vídeo tem tom de critica, eu não acho vergonhoso, como alguns amigos meus disseram ao ver o vídeo. Acho até engraçado; me divirto. Só não espere o mesmo sotaque de mim! Rs

Felizmente esse texto veio na época certa. "Rio"e "Velozes e Furiosos 5" trouxeram várias caracteristicas esteriotipadas ao Brasil que a maioria dos brasileiros não gostou.
Enfim, mensagem passada!

Enfim, está tarde e hoje é domingo e, eu não gosto muito mas, é dia de banho. Alias, minha mãe fez uma bacalhoada e mais tarde temos que dançar o vira.
Por essas e por outras então, oh pá, boa noite a todos, ora pois! Rs

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Caros pastores sem-teto

"Caros pastores sem-teto:

Escrevo essa carta pedindo encarecidamente que escutem esse meu apelo. Provavelmente ele poderia ser encaminhado por muitos dos pedestres que andam em locais públicos.
Eu consigo entender que o preço dos tijolos e cimento tenha aumentado e que no momento não dê pra pregar a "palavra de Deus" entre quatro paredes, mas ainda assim, na minha humilde opinião, não é uma boa ideia fazê-lo nas ruas, pra qualquer um ouvir. Entendo que todos tenham direito de se expressar, mas, como tal, também temos o direito de ouvir só aquilo que quisermos. Dessa forma, se eu estiver passando com uns phones de ouvido nas orelhas, não me aborde!
Se a palavra do Senhor é inquestionável, aceite ao menos a opinião do pobre senhor que passa reclamando do barulho dos alto-falantes e do microfone. Alias, sobre esse, não é preciso gritar quando se tem um microfone; caso contrário não seria um dispositivo de amplificação de voz.
Para finalizar, gostaria de chamar a atenção para apenas mais uma coisa:
Com inveja dos demais que praticam tal ato, sai orgulhoso de si próprio sem motivo, você, pastor sem-teto, parte para as ruas com a gula de assimilar, quase que à força, mais seguidores daquilo que você prega do que realmente deveria, e acaba sendo ganancioso simplesmente não se importando com a nossa falta de vontade de ouvi-lo ou nossa preguiça de nos encaminharmos até o seu espetáculo ao ar livre. Para conseguir seu objetivo, você não poupa da luxuria de tentar encantar o seu ouvinte. Todos esse fatos só acabam desenvolvendo certo mau humor que possivelmente se tornará um profundo momento de ira.
Reparou? Os sete pecados acabam por estar envolvidos em tal ato. Peço veementemente que comece a repensar tais atos que, como mostrei, podem até ser um enorme sacrilégio.

Sinceramente, 
pedestre indignado"

Não quis ofender e acho que não desrespeitei a religião de ninguém, foi só um desabafo.
Sei, foi uma doideira de post e em momentos eu viajei, mas é que às vezes dá vontade. Hehe
Boa noite.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Para você, Mulher...


"Homens não prestam; vou virar lésbica"
Quem nunca ouviu essa frase vinda da boca de alguém?
O que venho mostrar aqui hoje são as causas e os efeitos que isso poderia ter, podendo chegar a uma reação apocalíptica.

 Para começar, existe um estudo cientifico que comprova que os homens dependem muito mais das mulheres do que o inverso, que têm alguns valores materiais na frente da própria relação amorosa. Logo o homem é aquilo que a mulher precisar/desejar ou, resumidamente, quiser. A partir desse ponto podemos refletir que a culpa dos homens agirem como agem é das  mulheres que nos condicionam assim.
É claro que alguma mulher vai se insurgir e dizer que isso é um absurdo e que ela (mulher) não condiciona ninguém a ser assim. Ok; aceito, mas pergunto: Se o homem é condicionado pela mulher, ele tende a agir do jeito que ela quiser, certo? Se não funcionasse, porquê o homem não mudaria de atitude? Encontramos então um impasse. Pode não ser você em especial que faz nós (homens) sermos assim, mas sim um grupo de mulheres. Onde eu quero chegar? Não generalize. Assim como muitos não prestam, ainda existem outros que não estão nessa categoria. Ás vezes a questão é olhar pro lado oposto; expandir os horizontes! Eu, por exemplo, estou aqui. (ta. Isso foi brincadeira...)
Resumindo, temos dois grupos de homens e mulheres: Aqueles que prestam e aqueles que não.

Enfim, vamos agora ser um pouco cartesianos e levar ao pé da letra a frase comum lá do início do post. Se cada mulher, quando se desiludir com um homem, resolver virar lésbica, então são, no mínimo, 2 mulheres a menos para se formar um casal possível de gerar crianças. Logo, se partirmos da premissa de que todas as mulheres que prestam e/ou desiludidas fariam isso, esse número se tornaria ainda maior e sobrariam apenas aquelas que não prestam. Essas, porém, devido ás tendências sociais, acabariam por optar por se relacionarem entre si ou acabariam também desiludidas e iriam pelo mesmo caminho.
Se você reparou, em algumas décadas a taxa de natalidade diminuiria muito, e, quando há um decréscimo vertiginoso, a tendência é chegar a 0. Se chegar a zero, meus amigos, a sociedade não se renova. Além do mais, com o passar do tempo, o lesbianismo iria se tornar cultural e passar a ser algo comum na nossa sociedade, assim como o capitalismo ou o simples ato de escovar os dentes depois das refeições.
Não é preciso ser um gênio para saber que, se a sociedade não se renova, ela chega ao seu fim. Assim acabaria de vez a raça Humana; os homens iriam primeiro, de desgosto, e as mulheres usariam apenas o necessário para a inseminação artificial e usando certo tipo de tecnologia para fazer com que o único cromossomo que o doador passasse fosse o X, e assim nascesse um ser do sexo feminino. O homem então, seria extinto em pouco tempo. A mulher viria depois.
O Fim da raça Humana.

Claro que isso foi apenas uma brincadeira totalmente radical. Não precisamos chegar a esse ponto.
O verdadeiro objetivo dessa postagem foi lembrar que ainda existem homens que prestam. Só precisam olhar com atenção.

Um ótimo fim de semana para todos vocês =)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Aglomerações

Se tem algo que eu não entendo de maneira alguma é a filosofia da maioria das pessoas que pega ónibus na hora do rush do trânsito. Se você, por um acaso, anda em um fretado e/ou ónibus com ar condicionado, ou simplesmente tem o seu próprio carro e não passou dessa fase, tente ao menos entender:

O Rio de Janeiro têm um sistema de transporte público que não suporta a quantidade de população trabalhadora que necessita desse tipo de veículo para transitar pela cidade. Com ónibus a menos e população demais, ocorre uma superlotação em cada veículo.
 Começa então tudo que não faz sentido:Apesar de ter anunciado o número máximo de pessoas sentadas e em pé, ninguém vai impedir você de entrar enquanto que houver um espaço mínimo de 5cm²; enquanto que você que está de fora, não conseguir ver alguém com o rosto colado ao vidro da porta. Por exemplos, uma vez eu vi 96 pessoas saírem de um ónibus que tinha 40 lugares sentados e que havia quebrado. Isso significa que 56 pessoas estavam em pé num ónibus que, provavelmente, tem a capacidade de 30 pessoas, no máximo.

Algo que também não entendo é o porquê de se aglomerar na frente da porta do ónibus, sendo que a frente está mais confortável e vazia e a pessoa vai sair no ponto final daquele trajeto. Não importa se não tem espaço. a pessoa arranja. Eu, sinceramente, prefiro ter um certo incomodo ao sair do ónibus no lugar de ficar uma hora e meia incomodado. Vai ver por isso hoje em dia eu espero um ónibus mais vazio para fazer viagens de mais de uma hora.Frescura? Não; precaução.

Mas porquê se dá isso?
Não faço a menor ideia, sinceramente.
Acho que ta no sangue. É como fazer fila mesmo que o lugar tenha senha. Certos hábitos já parecem parte da cultura.
Enfim, foi só pra atualizar o blog; o texto estava pronto há muito tempo..
Não tem corrente filosófica nenhuma nisso. Talvez uma crítica a esse hábito tão sem sentido...

Vou tentar postar mais regularmente nessas férias; isso faz bem para mim.

Boa Noite!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A volta do prejulgamento

Juro que por muito relutei em escrever sobre política no blog, mas enfim. 

Que o preconceito encima de artistas/pessoas famosas que tentam se eleger em cargos políticos é cada vez maior não há dúvidas. A grande questão nisso tudo é até que ponto chega a generalização e o chamado prejulgamento com estes.

Confesso, caro leitor, que muitas vezes julguei previamente também. Questionei-me então, em um momento posterior, até que ponto o candidato não pode/deve usar aquilo que o consagrou na vida para ganhar apoio popular? Pensando mais a fundo e fugindo um pouco dos preconceitos, no final das contas todos eles trabalharam até receber aquele prestigio.
Tive oportunidade, nessas eleições, de acompanhar o horário eleitoral de São Paulo, Rio de Janeiro e até mesmo Paraná(o mais sério dos 3, em geral). O fato é que o número de candidatos que usa um cargo majoritário como “professor” ou “doutor” para promover a sua imagem é enorme! Até que ponto o artista tem que ser mais desmerecido? Estes, assim como artistas em geral, não mostram mais capacidade de gestão do país por saberem, por exemplo, operar uma vesícula ou conhecerem tudo sobre a grandiosa batalha de Verdum. Ou estou errado?

No dia 3 de Outubro o povo Paulista escolheu como candidato mais votado do estado, que viria a ser reconhecido como mais votado das eleições 2010, o palhaço Tiririca. Com 1,353 eleitores o candidato disparou e por cerca de 200 mil votos não se tornou o deputado mais votado da história do país; É, infelizmente, outra situação.  Analisando toda a sua participação no horário eleitoral gratuito, o espectador levou constantemente com o Slogan “pior que está não fica, vote no Tiririca”, além de não conseguir captar sequer uma das propostas do candidato. Durante o período eleitoral, alias, o candidato foi questionado por um repórter sobre seus projetos e recebeu um “é claro que temos projetos mas isso a gente trata depois, não é?” como resposta. Não questiono aqui sequer a investigação sobre a alfabetização do candidato.

Em resumo, é totalmente compreensível, a meu ver, que um artista use seu reconhecimento para arrecadar votos necessários pra se eleger, desde que tenha propostas e motivos para este ato. Vale a pena lembrar de Stepan Nercessian, ator e agora deputado federal, que criou uma campanha sólida e séria, assim como o falecido estilista Clodovil que, apesar de muitos acharem ter sido mais um dos famosos “votos de protesto” do povo Paulista (o que eu não vou questionar por insuficiência de argumentos), no pouco tempo que teve na câmara dos deputados agiu de forma séria apresentando projetos e defendendo causas. Muitos entram nessa lista. Não ache, leitor, que a profissão do candidato mostra a sua competência para um cargo político. Termino esse post então com a frase de apresentação do deputado federal Chico Alencar durante entrevista coletiva a alunos da PUC-Rio – “SOU professor de história e ESTOU deputado federal. Porque são duas coisas totalmente diferentes”.

Para concluir desejo seriamente que se saiba diferenciar um palhaço político de um político palhaço, a não ser claro, se este for os dois.
Tenham um ótimo dia.

domingo, 5 de setembro de 2010

Os figurões da vida real


Em uma pesquisa do IBGE, foi constatado que eu gasto cerca de 19 horas dentro de um ónibus por semana e, como tal, já presenciei muita coisa.
Uma dos momentos mais confortantes de uma longa viagem, principalmente quando essa se passa antes do jantar, é quando a porta traseira do ónibus se abre e um ser munido de uma grande geringonça composta por um gancho e vários saquinhos cheios de aperitivos entra.
Então começa o ritual:
"Amendoim sem casca, com casca, casquinha de biscoito, 2 a 1 real.
"4 paçocas, eu disse 4 paçocas, vai só um real"
"jujubas de frutas, jujubas de iogurte, 3 a um real, meus senhores..."
"é o passatempo da sua viagem!"

Meu Deus! que frase genial! Eu me pergunto quem foi o gênio incompreendido que criou essa obra de arte que se expandiu por todos os vendedores entre os 4 cantos do Rio de Janeiro. É realmente o passatempo da viagem de muitos que, ao contrário de mim, preferem comer a dormir dentro do ónibus.
É a partir desse princípio que eu pensei em frases de efeito. Por exemplo, estamos em época de eleições nesse momento e um dos Jingles mais famosos é o candidato a presidência, José Maria Eymael do PSDC.O candidato disputa as eleições para a presidência desde 1998, nunca conseguiu expressividade nenhuma e ainda assim o Jingle continua nas nossas cabeças. Não reconheceu pelo nome do candidato? E se eu o descrever assim:

"Ey Ey Eymaael! Um democrata cristão!"
Ah, agora sabe o que é, não é?

É disso que estou falando: Em entrevista ao CQC, o candidato foi perguntado se o "marketeiro" que fez esse jingle estava rico. Eu não vi a resposta mas, sinceramente, se fosse por mim ele estaria.
Por trás de grandes figurões se esconde mentes criativas que vivem no seu anonimado. O que eu vejo nos ónibus, senhoras e senhores, é uma capacidade de lábia enorme. Já aconteceu de eu comprar os "novos lançamentos da Tri-bala" só pelo carisma do vendedor.

Porque que falei disso exatamente eu não sei, mas foi divertido. Talvez essa a primeira de muitas matérias sobre historias de ónibus.
Obs: Ao pesquisar uma imagem que ilustrasse essa postagem, eu encontrei essa aí que, por acaso, retrata bem a realidade do ónibus que pego quase todos os dias(que por acaso é esse mesmo; 882 - lotado como na imagem, diga-se de passagem).

Boa Tarde for all =)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

É um caso De Testar a Barra


Foi capa da Revista Veja dessa semana o seguinte tema: Por que a zona sul detesta a barra?
Pra começar essa postagem eu ainda quero fazer um questionamento: Que tipo de fato faz você, meu caro leitor, sentir tamanha sensação que cause um sentimento de detestar algo? Sinceramente, pra mim, não existem muitas.
Não tocarei muito na questão de qual é melhor e vice-versa porque a barra é um bairro que está em constante crescimento quando a zona sul, em geral, já cresceu. Por esses termos eu vejo ambas apenas como bairros diferentes que não podem ser comparadas dentro de um mesmo contexto. Particularmente discordo de alguns pontos levantados na matéria da revista; para mim, em quesito de shoppings, os mais agradáveis estão na barra, teatros na zona sul, mas isso não vem ao caso.
Engraçado, alias, é a citação que já ouvi de alguns moradores da Zona Sul sobre o porque de não gostar de morador da barra: "Moradores da barra se acham", dizem eles. Engraçado isso vindo de um povo que em geral, bota na matéria da revista que tudo no bairro deles é melhor. Diante desses fatos, eu só fico me perguntando se o complemento da citação acima seria "Eles se acham. Nós? Não precisamos nos achar, nós somos".
De fato, o ponto mais interessante dessa matéria para mim é a comparação ridícula entre um bairro e uma região composta por muitos bairros. O que mostra isso, meus amigos? Puro preconceito. Se a Barra da Tijuca já é subúrbio, imagine então o resto? Transcrevo aqui então uma conversa que tive há um tempo atrás com um estudante da UFRJ morador da Zona Sul.
"Ah..eu moro meio longe..."
"Mora onde?"
"Então...sabe a "Barra"?"
"Caramba! o Acre!"

O Acre, meus amigos. Para quem não sabe essa quase gíria, "O Acre" seria usado para demonstrar que é algo realmente MUUUUUITO longe. (Note inclusive a ênfase na palavra em maiúsculas e sonoridade. Rs) Isso só mostra o que venho falando. Só para constar, eu não moro na Barra, mas citei-a apenas como o limite padrão daquilo que as pessoas da Zona Sul conhecem da Zona Oeste do Rio de Janeiro. (E agora eu estou generalizando mesmo).
Enfim, só concluindo com a questão do preconceito, gostaria de fazer um esquema em geral:

Novo Leblon discrimina a velha Zona Sul que, por sua vez, discrimina a Barra da Tijuca, que discrimina o resto da Zona Oeste onde se discrimina Santa Cruz, Nova Iguaçu e outros, onde provavelmente se discrimina alguma coisa tipo uma favela, onde se discrimina alguma rua, onde se discrimina alguém que discrimina outro alguém e uma outra atitude e...Chega! Isso nunca acaba.
Preconceito existe em tudo quando é lugar seja ele velado ou não. Não entro em discussão sobre qual é melhor ou pior porque isso é muito em relação ao ponto de referência. O meu ficou muito mais diversificado depois que, ao viver durante 6 anos na Zona Oeste, me sou obrigado a conviver com gente dos 4 cantos do Estado do Rio de Janeiro.
Enfim, isso serve tanto para os dois quanto para qualquer outro bairro. Para pra refletir; O que leva alguém a detestar um bairro?
Paz e Amor, meus caros. =)

domingo, 11 de abril de 2010

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Sábado, depois de um seção de cinema entre amigos, eu pensei em escrever sobre um assunto que, coicidentemente, foi explorado por um dos blogs que eu leio.
Coicidencia ou não, isso me fez mudar de ideia e, sem ideia adicional, resolvi então deixar para escrever não na madrugada e sim no meio da tarde. Acontece que, mais uma vez saí com os amigos e, ónibus, me perguntava se realmente deveria escrever esse fim de semana(Como já falei algumas vezes, escrevo quando da vontade, apesar da frequência.). Foi então que me veio a ideia: Porque não escrever sobre esses seres do esgoto com quem passei esse fim de semana de maneira como não fazia há muito tempo? É...Esses pobres coitados que um dia tiveram a infelicidade me serem considerados por mim como amigos, merecem todas as homenagens possíveis. Sei que não serei capaz de escrever algo que mostre aquilo que sinto, infelizmente.

Amigos são...

A amizade é uma palavra tão forte que eu costumo dizer que tenho muitos colegas porem poucos amigos. Colega é aquele do trabalho, colégio, seja o que for com quem você convive normalmente. Amigo é algo mais complexo que isso.
Os meus, pobres coitados que não sabem onde se meteram, estenderam sempre a mão quando eu precisei.
Não são de papel; não despedaçam com qualquer chuva. Não são de lata; têm coração. Também não são de plástico; têm conteúdo. Não são de vidro; não quebram facilmente e se quebram, não te cortam. Não são, logicamente, descartáveis. Não são lixo, portanto. São peças que, juntas, fazem boa parte daquilo que sou, daquilo que sei e daquilo que sinto.
Amigos são inesqueciveis independentemente do tempo que passou desde que os vi pela ultima vez; cada um tem o seu espaço. Procuram te mostrar o caminho certo mesmo quando você, vendado, teve que rodar em torno do próprio eixo 365 vezes. Apoiam, criticam e sugerem quando é necessário. Uma sacudida ou uma cabeçada, ás vezes, também é bom; comigo isso é de praxe. Rs

Enfim, poderia citar histórias, exemplos ou algo do gênero para explicar tudo o que tentei dizer mas, mesmo assim, seria insuficiente diante da força da amizades. Sentimentos mais fortes do que palavras definem esse texto.
É dessa pessoa "fria" que aqui vos fala então, que vem um enorme agradecimento por todos os momentos que fizeram, fazem e farão parte da história da minha vida; sejam conversas sobre comportamento, grandes festas ou até mesmo uma tarde jogada fora numa mesa de restaurante.
Não sei se mereço tamanha atenção; é algo que não cabe a mim julgar. Apenas aceito e tento retribuir o que recebo daqueles que estão aquele cubículo de gelo pegando fogo que alguns chamam de meu coração.

Obrigado a todos e uma boa noite. =)