Recentemente fui fazer um trabalho de radio novela na faculdade e, como esperado, pediram pra eu fazer um português. Ok, interessante até mesmo para mim que não tenho o habito de falar tanto com o sotaque de antes. Enfim, o que eu achei engraçado é que o meu sotaque foi simples demais pra fazer o personagem, portanto um amigo, brasileiro, acabou por terminar o trabalho.
Aí aconteceu algo bem interessante do meu ponto de vista, começou uma discussão sobre se existe ou não esse sotaque forçado que eles queriam que eu fizesse. Tirando todas as partes maçantes da conversa, teve um trecho que me chamou a atenção:
"Como é que não existe se eu já escutei e não entendi nada!?"
A resposta a essa pergunta é mais simples que parece. Seu ouvido está acostumado a relacionar a sátira do sotaque português, ao português como um todo. Muito culpa da dublagem, sinceramente, mas nem vou entrar nesse ponto (quem sabe um dia eu faça um texto só sobre dublagem).
O ponto aqui é o seguinte: Não é só porque o Brasil é um país continental que dentro dele se possui vários idiomas; os outros também têm. O que vocês costumam chamar de sotaque "português" é uma mistura do sotaque dos arquipélagos portugueses (Madeira e Açores que possuem sotaques bem fechados e pra dentro) com as sátiras que foram montadas.
Então, eu proponho um exercício semelhante; procurei no google algum português imitando brasileiro e, com alguma dificuldade, acabei achando. Ta aí o resultado:
Claramente esse vídeo mostra o que é o estereótipo. Brasileiro, você é, para o resto do mundo, Carioca (não tinha reparado isso? você não viu "Rio"? xD). Agora, essa imitação, está boa para vocês? Mais que isso, você de outro estado, se identifica com essa pronuncia?
É...como pensei. Basta até ver o conteúdo dos poucos comentários que o vídeo teve no YouTube! Algumas pessoas com quem falou falaram inclusive que "era uma vergonha e uma falta de respeito". Caso encerrado! Rs
Para você que achou que esse vídeo tem tom de critica, eu não acho vergonhoso, como alguns amigos meus disseram ao ver o vídeo. Acho até engraçado; me divirto. Só não espere o mesmo sotaque de mim! Rs
Felizmente esse texto veio na época certa. "Rio"e "Velozes e Furiosos 5" trouxeram várias caracteristicas esteriotipadas ao Brasil que a maioria dos brasileiros não gostou.
Enfim, mensagem passada!
Enfim, está tarde e hoje é domingo e, eu não gosto muito mas, é dia de banho. Alias, minha mãe fez uma bacalhoada e mais tarde temos que dançar o vira.
Por essas e por outras então, oh pá, boa noite a todos, ora pois! Rs
domingo, 5 de junho de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Pela quinquagésima vez, "O Monstro de Realengo"
Vamos direto ao ponto, afinal muitos rodeios já se fizeram sobre essa história e eu acredito que a imagem em si já dê a ideia central do texto.
Todos ouviram exaustivamente essa semana sobre o tal "monstro de Realengo". Para quem não entendeu até então, se juntarmos todas as informações veiculadas em todas as mídias, realmente o personagem principal dessa história (não só ele como ela ao todo) fica monstruoso. Quer ver?
"Um jovem de vinte e três ou vinte e quatro anos, Wellington Menezes, entrou numa escola na zona oeste do rio (meia hora depois de TV globo você descobre que é Realengo) e matou treze, embora viessem a ressuscitar e acabado por morrer depois. Depois de causar terror dentro da escola, o jovem se suicidou com um tiro fatal de um policial que, posteriormente, viria a ser chamado de herói.
Não se sabe exatamente o motivo da revolta do jovem. Foi informado apenas que o "Monstro" tinha AIDS e era um garoto normal, respeitado por todos que sofria de bullying pelos seus colegas. Wellington também deixou um vídeo, um álbum inteiro de fotos nas quais ele aparece carregando várias armas e muitas...MUITAS cartas. Wellington deixou também vários vídeos e um longa contando a sua trajetória (não viu essa parte? Espera só! Ou ninguém lembra do "174"?).
As armas do crime foram vendidas por um chaveiro traficante e também na Internet, num site de livre mercado. Não se sabe exatamente a identidade da pessoa que vendeu as armas para Wellington, mas até agora temos 120 suspeitos, sendo que 3 estão em julgamento.
Para mais informações, desligue a TV porque lá você só vai encontrar imagens das mães das vitimas gritando no enterro ou discussões absurdas sobre armamento nas escolas ou perfil psicológico de um psicopata. Se você acha isso viável, há, na Internet, outro passeio sensacionalista para a sua diversão: As comunidades que dizem divulgar os perfis das vítimas do massacre."
Vergonha da mídia. Só isso; autoexplicativo.
Para quem achou isso um texto desrespeitoso e de mau gosto, pare pra pensar na cobertura televisiva.
Boa Noite.
Todos ouviram exaustivamente essa semana sobre o tal "monstro de Realengo". Para quem não entendeu até então, se juntarmos todas as informações veiculadas em todas as mídias, realmente o personagem principal dessa história (não só ele como ela ao todo) fica monstruoso. Quer ver?
"Um jovem de vinte e três ou vinte e quatro anos, Wellington Menezes, entrou numa escola na zona oeste do rio (meia hora depois de TV globo você descobre que é Realengo) e matou treze, embora viessem a ressuscitar e acabado por morrer depois. Depois de causar terror dentro da escola, o jovem se suicidou com um tiro fatal de um policial que, posteriormente, viria a ser chamado de herói.
Não se sabe exatamente o motivo da revolta do jovem. Foi informado apenas que o "Monstro" tinha AIDS e era um garoto normal, respeitado por todos que sofria de bullying pelos seus colegas. Wellington também deixou um vídeo, um álbum inteiro de fotos nas quais ele aparece carregando várias armas e muitas...MUITAS cartas. Wellington deixou também vários vídeos e um longa contando a sua trajetória (não viu essa parte? Espera só! Ou ninguém lembra do "174"?).
As armas do crime foram vendidas por um chaveiro traficante e também na Internet, num site de livre mercado. Não se sabe exatamente a identidade da pessoa que vendeu as armas para Wellington, mas até agora temos 120 suspeitos, sendo que 3 estão em julgamento.
Para mais informações, desligue a TV porque lá você só vai encontrar imagens das mães das vitimas gritando no enterro ou discussões absurdas sobre armamento nas escolas ou perfil psicológico de um psicopata. Se você acha isso viável, há, na Internet, outro passeio sensacionalista para a sua diversão: As comunidades que dizem divulgar os perfis das vítimas do massacre."
Vergonha da mídia. Só isso; autoexplicativo.
Para quem achou isso um texto desrespeitoso e de mau gosto, pare pra pensar na cobertura televisiva.
Boa Noite.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Caros pastores sem-teto
"Caros pastores sem-teto:
Eu consigo entender que o preço dos tijolos e cimento tenha aumentado e que no momento não dê pra pregar a "palavra de Deus" entre quatro paredes, mas ainda assim, na minha humilde opinião, não é uma boa ideia fazê-lo nas ruas, pra qualquer um ouvir. Entendo que todos tenham direito de se expressar, mas, como tal, também temos o direito de ouvir só aquilo que quisermos. Dessa forma, se eu estiver passando com uns phones de ouvido nas orelhas, não me aborde!
Se a palavra do Senhor é inquestionável, aceite ao menos a opinião do pobre senhor que passa reclamando do barulho dos alto-falantes e do microfone. Alias, sobre esse, não é preciso gritar quando se tem um microfone; caso contrário não seria um dispositivo de amplificação de voz.
Se a palavra do Senhor é inquestionável, aceite ao menos a opinião do pobre senhor que passa reclamando do barulho dos alto-falantes e do microfone. Alias, sobre esse, não é preciso gritar quando se tem um microfone; caso contrário não seria um dispositivo de amplificação de voz.
Para finalizar, gostaria de chamar a atenção para apenas mais uma coisa:
Com inveja dos demais que praticam tal ato, sai orgulhoso de si próprio sem motivo, você, pastor sem-teto, parte para as ruas com a gula de assimilar, quase que à força, mais seguidores daquilo que você prega do que realmente deveria, e acaba sendo ganancioso simplesmente não se importando com a nossa falta de vontade de ouvi-lo ou nossa preguiça de nos encaminharmos até o seu espetáculo ao ar livre. Para conseguir seu objetivo, você não poupa da luxuria de tentar encantar o seu ouvinte. Todos esse fatos só acabam desenvolvendo certo mau humor que possivelmente se tornará um profundo momento de ira.
Reparou? Os sete pecados acabam por estar envolvidos em tal ato. Peço veementemente que comece a repensar tais atos que, como mostrei, podem até ser um enorme sacrilégio.
Sinceramente,
pedestre indignado"
Não quis ofender e acho que não desrespeitei a religião de ninguém, foi só um desabafo.
Sei, foi uma doideira de post e em momentos eu viajei, mas é que às vezes dá vontade. Hehe
Boa noite.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Para você, Mulher...
"Homens não prestam; vou virar lésbica"
Quem nunca ouviu essa frase vinda da boca de alguém?
O que venho mostrar aqui hoje são as causas e os efeitos que isso poderia ter, podendo chegar a uma reação apocalíptica.
É claro que alguma mulher vai se insurgir e dizer que isso é um absurdo e que ela (mulher) não condiciona ninguém a ser assim. Ok; aceito, mas pergunto: Se o homem é condicionado pela mulher, ele tende a agir do jeito que ela quiser, certo? Se não funcionasse, porquê o homem não mudaria de atitude? Encontramos então um impasse. Pode não ser você em especial que faz nós (homens) sermos assim, mas sim um grupo de mulheres. Onde eu quero chegar? Não generalize. Assim como muitos não prestam, ainda existem outros que não estão nessa categoria. Ás vezes a questão é olhar pro lado oposto; expandir os horizontes! Eu, por exemplo, estou aqui. (ta. Isso foi brincadeira...)
Resumindo, temos dois grupos de homens e mulheres: Aqueles que prestam e aqueles que não.
Enfim, vamos agora ser um pouco cartesianos e levar ao pé da letra a frase comum lá do início do post. Se cada mulher, quando se desiludir com um homem, resolver virar lésbica, então são, no mínimo, 2 mulheres a menos para se formar um casal possível de gerar crianças. Logo, se partirmos da premissa de que todas as mulheres que prestam e/ou desiludidas fariam isso, esse número se tornaria ainda maior e sobrariam apenas aquelas que não prestam. Essas, porém, devido ás tendências sociais, acabariam por optar por se relacionarem entre si ou acabariam também desiludidas e iriam pelo mesmo caminho.
Se você reparou, em algumas décadas a taxa de natalidade diminuiria muito, e, quando há um decréscimo vertiginoso, a tendência é chegar a 0. Se chegar a zero, meus amigos, a sociedade não se renova. Além do mais, com o passar do tempo, o lesbianismo iria se tornar cultural e passar a ser algo comum na nossa sociedade, assim como o capitalismo ou o simples ato de escovar os dentes depois das refeições.
Não é preciso ser um gênio para saber que, se a sociedade não se renova, ela chega ao seu fim. Assim acabaria de vez a raça Humana; os homens iriam primeiro, de desgosto, e as mulheres usariam apenas o necessário para a inseminação artificial e usando certo tipo de tecnologia para fazer com que o único cromossomo que o doador passasse fosse o X, e assim nascesse um ser do sexo feminino. O homem então, seria extinto em pouco tempo. A mulher viria depois.
O Fim da raça Humana.
Claro que isso foi apenas uma brincadeira totalmente radical. Não precisamos chegar a esse ponto.
O verdadeiro objetivo dessa postagem foi lembrar que ainda existem homens que prestam. Só precisam olhar com atenção.
Um ótimo fim de semana para todos vocês =)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Formadores de opinião? Como não?
Já muito escutei que o povo brasileiro é alienado, que não quer saber se opinião e se assenta com qualquer porcaria que tiver. De fato, principalmente nas eleições, costumamos pensar desse jeito quando julgamos que, por exemplo, um palhaço da TV não tem capacidade pra representar o povo na politica, mas, ainda assim, é o deputado mais votado do país. Mas isso não vem ao caso agora, não é mesmo? Já passou; o mundo anda e você não pode ficar pra trás.
Falemos então, do assunto do mês de Janeiro: Big Brother Brasil.
Calma, antes de fechar essa janela esperando uma critica à futilidade e a tentativa de zoológico humano que o programa propõe, fique sabendo que esse não é o objetivo da minha postagem; possivelmente isso seria uma copia barata de textos de gente muito mais qualificada e estudada que eu.
Querendo ou não, Big Brother é um dos programas que faz o povo julgar; agir. Não entendeu? De que forma você teria 124 Milhões de votos em apenas 24 horas como aconteceu na edição passada? Ou então, quem nunca viu as constantes e famosas vinhetas que são impostas ao telespectador da Rede Globo nos intervalos? Confira:
"Hoje é noite de paredão! E você que escolhe quem sai; Joaninha ou Joãozinho?"
Pessoa 1 "Ah, eu quero que saia a Joaninha porque ela é muito falsa."
Pessoa 2 "Não, o Joãozinho tem que sair porque eu não gostei dele ter indicado a Patricinha"
What!? Até que ponto isso se diferente de, por exemplo, um político prometeu algo e não cumpriu ou de um líder que escolheu não extraditar um criminoso estrangeiro. Qual a sua opinião sobre isso?
Lembro do fatídico paredão da edição passada entre Dicesar e Dourado. Realmente eu vi gente fazendo campanha e tentando persuadir outros tantos para votarem da mesma forma.
O fato é, para votar no Big Brother, o povo estuda cada personagem e os julga. Se gosta, se empenha em defender a sua permanência na casa, se não gosta, bota-o pra fora.
Visto esse fato, só podemos dizer que todos somos formadores de opinião; só canalizamos pro lado errado.
Boa Tarde!
Falemos então, do assunto do mês de Janeiro: Big Brother Brasil.
Calma, antes de fechar essa janela esperando uma critica à futilidade e a tentativa de zoológico humano que o programa propõe, fique sabendo que esse não é o objetivo da minha postagem; possivelmente isso seria uma copia barata de textos de gente muito mais qualificada e estudada que eu.
Querendo ou não, Big Brother é um dos programas que faz o povo julgar; agir. Não entendeu? De que forma você teria 124 Milhões de votos em apenas 24 horas como aconteceu na edição passada? Ou então, quem nunca viu as constantes e famosas vinhetas que são impostas ao telespectador da Rede Globo nos intervalos? Confira:
"Hoje é noite de paredão! E você que escolhe quem sai; Joaninha ou Joãozinho?"
Pessoa 1 "Ah, eu quero que saia a Joaninha porque ela é muito falsa."
Pessoa 2 "Não, o Joãozinho tem que sair porque eu não gostei dele ter indicado a Patricinha"
What!? Até que ponto isso se diferente de, por exemplo, um político prometeu algo e não cumpriu ou de um líder que escolheu não extraditar um criminoso estrangeiro. Qual a sua opinião sobre isso?
Lembro do fatídico paredão da edição passada entre Dicesar e Dourado. Realmente eu vi gente fazendo campanha e tentando persuadir outros tantos para votarem da mesma forma.
O fato é, para votar no Big Brother, o povo estuda cada personagem e os julga. Se gosta, se empenha em defender a sua permanência na casa, se não gosta, bota-o pra fora.
Visto esse fato, só podemos dizer que todos somos formadores de opinião; só canalizamos pro lado errado.
Boa Tarde!
Nem Chico Xavier foi páreo...
Na minha época de Ensino Médio eu tinha um amigo que dormia nas aulas, mas, de maneira quase que absurda, tirava 10 em algumas provas. Com isso, surgiu a expressão sempre repetida por ele "eu aprendo por Osmose". Para quem não entendeu, basicamente ele dizia que aprendia sem querer; era um processo natural, biológico.
Mas, porque estou falando isso? Simples: Hoje em dia eu posso dizer que assistimos Big Brother por Osmose.
Não importa onde você esteja (a não ser que seja um lugar isolado do mundo, sem televisão, Internet, ou quaisquer meios de comunicação) você está em risco de saber o que está rolando na "casa mais vigiada do Brasil".
Se a programação de uma emissora é toda conectada, em Janeiro/Fevereiro, o Big Brother é o "carro chefe" da programação. Programas com mais tempo e de diferentes horários passam constantemente quadros e/ou entrevistas com os personagens ou relativos ao programa. Sem falar de "extras" de intervalos ou flashes durante a noite. Nada de novo que você não tenha visto durante 10 anos.
O problema, meu amigo, é que quando se trata de Rede Globo em época de Big Brother, nada é mesmice. Esse ano algum diretor teve a grandiosa ideia de transformar dois filmes (da Globo Produções, obviamente) em Mini Series, de forma que a programação atual do Reallity Show não tivesse que ser mudada. Assim, a nova adaptação de "O Bem Amado" para cinema e o filme baseado na história e vida do Médium Chico Xavier (Filme de mesmo nome) ficaram exaustivos para o telespectador que, caso quisesse assistir a serie que não tinha horário fixo, precisava esperar o Big Brother acabar para assistir. Uma jogada de Gênio da emissora, uma pouca vergonha para o telespectador.
Pobre Odorico e seu criador, Dias Gomes, que deve estar se revirando no túmulo.
Pobre Chico Xavier que, mesmo com toda a sua grandeza e o fato de ser considerado um mito por muitos, não conseguiu ser páreo para o Reallity Show.
Se isso lhes serve de consolo, meus caros e ilustres personagens, ninguém é. Ninguém é...
Boa Tarde.
Mas, porque estou falando isso? Simples: Hoje em dia eu posso dizer que assistimos Big Brother por Osmose.
Não importa onde você esteja (a não ser que seja um lugar isolado do mundo, sem televisão, Internet, ou quaisquer meios de comunicação) você está em risco de saber o que está rolando na "casa mais vigiada do Brasil".
Se a programação de uma emissora é toda conectada, em Janeiro/Fevereiro, o Big Brother é o "carro chefe" da programação. Programas com mais tempo e de diferentes horários passam constantemente quadros e/ou entrevistas com os personagens ou relativos ao programa. Sem falar de "extras" de intervalos ou flashes durante a noite. Nada de novo que você não tenha visto durante 10 anos.
O problema, meu amigo, é que quando se trata de Rede Globo em época de Big Brother, nada é mesmice. Esse ano algum diretor teve a grandiosa ideia de transformar dois filmes (da Globo Produções, obviamente) em Mini Series, de forma que a programação atual do Reallity Show não tivesse que ser mudada. Assim, a nova adaptação de "O Bem Amado" para cinema e o filme baseado na história e vida do Médium Chico Xavier (Filme de mesmo nome) ficaram exaustivos para o telespectador que, caso quisesse assistir a serie que não tinha horário fixo, precisava esperar o Big Brother acabar para assistir. Uma jogada de Gênio da emissora, uma pouca vergonha para o telespectador.
Pobre Odorico e seu criador, Dias Gomes, que deve estar se revirando no túmulo.
Pobre Chico Xavier que, mesmo com toda a sua grandeza e o fato de ser considerado um mito por muitos, não conseguiu ser páreo para o Reallity Show.
Se isso lhes serve de consolo, meus caros e ilustres personagens, ninguém é. Ninguém é...
Boa Tarde.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Aglomerações
Se tem algo que eu não entendo de maneira alguma é a filosofia da maioria das pessoas que pega ónibus na hora do rush do trânsito. Se você, por um acaso, anda em um fretado e/ou ónibus com ar condicionado, ou simplesmente tem o seu próprio carro e não passou dessa fase, tente ao menos entender:
O Rio de Janeiro têm um sistema de transporte público que não suporta a quantidade de população trabalhadora que necessita desse tipo de veículo para transitar pela cidade. Com ónibus a menos e população demais, ocorre uma superlotação em cada veículo.
Começa então tudo que não faz sentido:Apesar de ter anunciado o número máximo de pessoas sentadas e em pé, ninguém vai impedir você de entrar enquanto que houver um espaço mínimo de 5cm²; enquanto que você que está de fora, não conseguir ver alguém com o rosto colado ao vidro da porta. Por exemplos, uma vez eu vi 96 pessoas saírem de um ónibus que tinha 40 lugares sentados e que havia quebrado. Isso significa que 56 pessoas estavam em pé num ónibus que, provavelmente, tem a capacidade de 30 pessoas, no máximo.
Algo que também não entendo é o porquê de se aglomerar na frente da porta do ónibus, sendo que a frente está mais confortável e vazia e a pessoa vai sair no ponto final daquele trajeto. Não importa se não tem espaço. a pessoa arranja. Eu, sinceramente, prefiro ter um certo incomodo ao sair do ónibus no lugar de ficar uma hora e meia incomodado. Vai ver por isso hoje em dia eu espero um ónibus mais vazio para fazer viagens de mais de uma hora.Frescura? Não; precaução.
Mas porquê se dá isso?
Não faço a menor ideia, sinceramente.
Acho que ta no sangue. É como fazer fila mesmo que o lugar tenha senha. Certos hábitos já parecem parte da cultura.
Enfim, foi só pra atualizar o blog; o texto estava pronto há muito tempo..
Não tem corrente filosófica nenhuma nisso. Talvez uma crítica a esse hábito tão sem sentido...
Vou tentar postar mais regularmente nessas férias; isso faz bem para mim.
Boa Noite!
O Rio de Janeiro têm um sistema de transporte público que não suporta a quantidade de população trabalhadora que necessita desse tipo de veículo para transitar pela cidade. Com ónibus a menos e população demais, ocorre uma superlotação em cada veículo.
Começa então tudo que não faz sentido:Apesar de ter anunciado o número máximo de pessoas sentadas e em pé, ninguém vai impedir você de entrar enquanto que houver um espaço mínimo de 5cm²; enquanto que você que está de fora, não conseguir ver alguém com o rosto colado ao vidro da porta. Por exemplos, uma vez eu vi 96 pessoas saírem de um ónibus que tinha 40 lugares sentados e que havia quebrado. Isso significa que 56 pessoas estavam em pé num ónibus que, provavelmente, tem a capacidade de 30 pessoas, no máximo.
Algo que também não entendo é o porquê de se aglomerar na frente da porta do ónibus, sendo que a frente está mais confortável e vazia e a pessoa vai sair no ponto final daquele trajeto. Não importa se não tem espaço. a pessoa arranja. Eu, sinceramente, prefiro ter um certo incomodo ao sair do ónibus no lugar de ficar uma hora e meia incomodado. Vai ver por isso hoje em dia eu espero um ónibus mais vazio para fazer viagens de mais de uma hora.Frescura? Não; precaução.
Mas porquê se dá isso?
Não faço a menor ideia, sinceramente.
Acho que ta no sangue. É como fazer fila mesmo que o lugar tenha senha. Certos hábitos já parecem parte da cultura.
Enfim, foi só pra atualizar o blog; o texto estava pronto há muito tempo..
Não tem corrente filosófica nenhuma nisso. Talvez uma crítica a esse hábito tão sem sentido...
Vou tentar postar mais regularmente nessas férias; isso faz bem para mim.
Boa Noite!
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