sábado, 11 de dezembro de 2010

Aglomerações

Se tem algo que eu não entendo de maneira alguma é a filosofia da maioria das pessoas que pega ónibus na hora do rush do trânsito. Se você, por um acaso, anda em um fretado e/ou ónibus com ar condicionado, ou simplesmente tem o seu próprio carro e não passou dessa fase, tente ao menos entender:

O Rio de Janeiro têm um sistema de transporte público que não suporta a quantidade de população trabalhadora que necessita desse tipo de veículo para transitar pela cidade. Com ónibus a menos e população demais, ocorre uma superlotação em cada veículo.
 Começa então tudo que não faz sentido:Apesar de ter anunciado o número máximo de pessoas sentadas e em pé, ninguém vai impedir você de entrar enquanto que houver um espaço mínimo de 5cm²; enquanto que você que está de fora, não conseguir ver alguém com o rosto colado ao vidro da porta. Por exemplos, uma vez eu vi 96 pessoas saírem de um ónibus que tinha 40 lugares sentados e que havia quebrado. Isso significa que 56 pessoas estavam em pé num ónibus que, provavelmente, tem a capacidade de 30 pessoas, no máximo.

Algo que também não entendo é o porquê de se aglomerar na frente da porta do ónibus, sendo que a frente está mais confortável e vazia e a pessoa vai sair no ponto final daquele trajeto. Não importa se não tem espaço. a pessoa arranja. Eu, sinceramente, prefiro ter um certo incomodo ao sair do ónibus no lugar de ficar uma hora e meia incomodado. Vai ver por isso hoje em dia eu espero um ónibus mais vazio para fazer viagens de mais de uma hora.Frescura? Não; precaução.

Mas porquê se dá isso?
Não faço a menor ideia, sinceramente.
Acho que ta no sangue. É como fazer fila mesmo que o lugar tenha senha. Certos hábitos já parecem parte da cultura.
Enfim, foi só pra atualizar o blog; o texto estava pronto há muito tempo..
Não tem corrente filosófica nenhuma nisso. Talvez uma crítica a esse hábito tão sem sentido...

Vou tentar postar mais regularmente nessas férias; isso faz bem para mim.

Boa Noite!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A volta do prejulgamento

Juro que por muito relutei em escrever sobre política no blog, mas enfim. 

Que o preconceito encima de artistas/pessoas famosas que tentam se eleger em cargos políticos é cada vez maior não há dúvidas. A grande questão nisso tudo é até que ponto chega a generalização e o chamado prejulgamento com estes.

Confesso, caro leitor, que muitas vezes julguei previamente também. Questionei-me então, em um momento posterior, até que ponto o candidato não pode/deve usar aquilo que o consagrou na vida para ganhar apoio popular? Pensando mais a fundo e fugindo um pouco dos preconceitos, no final das contas todos eles trabalharam até receber aquele prestigio.
Tive oportunidade, nessas eleições, de acompanhar o horário eleitoral de São Paulo, Rio de Janeiro e até mesmo Paraná(o mais sério dos 3, em geral). O fato é que o número de candidatos que usa um cargo majoritário como “professor” ou “doutor” para promover a sua imagem é enorme! Até que ponto o artista tem que ser mais desmerecido? Estes, assim como artistas em geral, não mostram mais capacidade de gestão do país por saberem, por exemplo, operar uma vesícula ou conhecerem tudo sobre a grandiosa batalha de Verdum. Ou estou errado?

No dia 3 de Outubro o povo Paulista escolheu como candidato mais votado do estado, que viria a ser reconhecido como mais votado das eleições 2010, o palhaço Tiririca. Com 1,353 eleitores o candidato disparou e por cerca de 200 mil votos não se tornou o deputado mais votado da história do país; É, infelizmente, outra situação.  Analisando toda a sua participação no horário eleitoral gratuito, o espectador levou constantemente com o Slogan “pior que está não fica, vote no Tiririca”, além de não conseguir captar sequer uma das propostas do candidato. Durante o período eleitoral, alias, o candidato foi questionado por um repórter sobre seus projetos e recebeu um “é claro que temos projetos mas isso a gente trata depois, não é?” como resposta. Não questiono aqui sequer a investigação sobre a alfabetização do candidato.

Em resumo, é totalmente compreensível, a meu ver, que um artista use seu reconhecimento para arrecadar votos necessários pra se eleger, desde que tenha propostas e motivos para este ato. Vale a pena lembrar de Stepan Nercessian, ator e agora deputado federal, que criou uma campanha sólida e séria, assim como o falecido estilista Clodovil que, apesar de muitos acharem ter sido mais um dos famosos “votos de protesto” do povo Paulista (o que eu não vou questionar por insuficiência de argumentos), no pouco tempo que teve na câmara dos deputados agiu de forma séria apresentando projetos e defendendo causas. Muitos entram nessa lista. Não ache, leitor, que a profissão do candidato mostra a sua competência para um cargo político. Termino esse post então com a frase de apresentação do deputado federal Chico Alencar durante entrevista coletiva a alunos da PUC-Rio – “SOU professor de história e ESTOU deputado federal. Porque são duas coisas totalmente diferentes”.

Para concluir desejo seriamente que se saiba diferenciar um palhaço político de um político palhaço, a não ser claro, se este for os dois.
Tenham um ótimo dia.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vale Tudo

Minha intenção era fazer mais um post sobre os ónibus do Rio mas, ao chegar a casa, tudo mudou:

Sempre achei inútil e sem sentido o fato de terem aprovado aquela lei em que, cada programa é obrigado a ter a sua classificação indicativa antes de começar. Simplesmente previ que, não importa o número assinalado, as pessoas vão assistir o programa ou não de acordo com o horário; ao menos as crianças. Se o programa da Xuxa, por exemplo, fosse dar as 2h da manhã de quarta, nenhuma criança ia assistir, por exemplo. Esse fato foi facilmente comprovado, obviamente; acertei na mosca!
Contudo, se essa atitude parece uma forma de controle e de proteção àquilo que os seus filhos vêm, na realidade não passa de um sistema cínico do tipo "pra inglês ver". Digo isso baseado em reflexões. Minha intenção aqui é mexer com a sua mente e tratar especificamente de novela.

Em primeiro lugar, não. Eu não tenho o hábito e muito menos o tempo pra ver novela porem, a principal novela da Rede Globo está no ar durante o meu horário de jantar.
Suponho aqui que a censura só diminuiu, se formos pensar:

  • Há tempos atrás não seria possível escutar um (desculpem o termo) "Merda!" em uma novela. Hoje, para torna-la mais realista, se tornou usual, até. 
  • As cenas sensuais desconexas com o  enredo da história não só se tornaram frequentes, como as novelas têm seu pico de audiência nessas cenas. Repare bem nas bancas, as revistas publicam com semanas de antecedência e o povão realmente fica comentando até acontecer.
  • Alem das cenas sensuais, as cenas sensacionalistas também aumentaram. Hoje foi o cúmulo ver uma cena em que uma menina na pré-adolescencia, suponho, era vendida pela própria avó para ser escrava sexual numa fazenda. Só eu acho isso um absurdo?

Chegamos a um ponto em que vale tudo para ter audiência. Colocar esse tipo de argumentos naquilo que é chamado de Horário Nobre é para fazer toda a família ver; esteja jantando, descansando ou fazendo qualquer outra atividade. Não me venham com hipocrisias de afirmar que as 21 horas as crianças estão dormindo porque hoje em dia(e não muito na minha época) nenhuma criança vai dormir a essa horário: Tenha a idade que tiver.
A tendência de tudo é piorar, portanto espere um dia em que você verá "Emanuelle no rio" na seção da tarde, "Brasileirinhas" na Tela Quente e, quem sabe, uma novela no estilo "Jogos Mortais".

São outros tempos, meus amigos...

Boa noite.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Já nada se faz por acaso.

Já nada se faz por acaso. Hoje em dia se torna cada vez mais incomum fazer uma pergunta sem ter uma resposta já em mente e, consequentemente, essa resposta não é dada sem se esperar um certo comentário encima dela.
Vivemos num mundo onde cada vez mais as atitudes são pensadas; controladas, consequentemente. Ainda assim tentamos ser livres e continuamos a buscar incansavelmente essa liberdade. Contraditório não? Não.
Veja bem, a busca pela liberdade vem exatamente a necessidade de gerir a sua própria vida: Fazer o que quiser quando quiser, seguindo apenas uma força de expressão; a própria.Logo, podemos dizer que a liberdade é dada pela vontade própria de ter um controle por si mesmo e não os outros.

E o que sai disso? Tentativas frustradas de conseguir espasmos falsos de liberdade. Não entendeu? Veja os exemplos:
  • Se vestir de maneira diferente é uma tentativa de chocar a sociedade, mas, na verdade, você apenas está colocando uma marca em você. De maneira negativa ou positiva, não importa, você está sendo controlado pela opinião a sociedade.
  • Dizem que beber além da conta é bom também. Faz a pessoa se desinibir, agir de formas que, normalmente, não agiria sóbria. O que mais é isso além de ter seu descontrole controlado pela bebida?

Dei dois exemplos claros e corriqueiros principalmente dentro de um época que todos passaram/passam/vão passar entre, em media, os 12 aos 17 anos. Alguns um pouco mais, claro.
    A liberdade é mais uma das buscas incansáveis do ser-humano. Mais um daqueles valores que, em teoria são muito bonitos, mas na prática não existem. 
    Sou apologista de que se procure essa liberdade mas que se saiba a hora de tentar abrir outra porta.
    Sou a favor também de que se conviva com o controle; não tem como fugir dele. É como uma teia de aranha: quanto mais se tenta fugir, mais envencilhado nele você fica.

    Vivemos então numa sociedade de controla onde, por conta dele,
    Já nada se faz por acaso.
    Que bom...

    domingo, 5 de setembro de 2010

    Os figurões da vida real


    Em uma pesquisa do IBGE, foi constatado que eu gasto cerca de 19 horas dentro de um ónibus por semana e, como tal, já presenciei muita coisa.
    Uma dos momentos mais confortantes de uma longa viagem, principalmente quando essa se passa antes do jantar, é quando a porta traseira do ónibus se abre e um ser munido de uma grande geringonça composta por um gancho e vários saquinhos cheios de aperitivos entra.
    Então começa o ritual:
    "Amendoim sem casca, com casca, casquinha de biscoito, 2 a 1 real.
    "4 paçocas, eu disse 4 paçocas, vai só um real"
    "jujubas de frutas, jujubas de iogurte, 3 a um real, meus senhores..."
    "é o passatempo da sua viagem!"

    Meu Deus! que frase genial! Eu me pergunto quem foi o gênio incompreendido que criou essa obra de arte que se expandiu por todos os vendedores entre os 4 cantos do Rio de Janeiro. É realmente o passatempo da viagem de muitos que, ao contrário de mim, preferem comer a dormir dentro do ónibus.
    É a partir desse princípio que eu pensei em frases de efeito. Por exemplo, estamos em época de eleições nesse momento e um dos Jingles mais famosos é o candidato a presidência, José Maria Eymael do PSDC.O candidato disputa as eleições para a presidência desde 1998, nunca conseguiu expressividade nenhuma e ainda assim o Jingle continua nas nossas cabeças. Não reconheceu pelo nome do candidato? E se eu o descrever assim:

    "Ey Ey Eymaael! Um democrata cristão!"
    Ah, agora sabe o que é, não é?

    É disso que estou falando: Em entrevista ao CQC, o candidato foi perguntado se o "marketeiro" que fez esse jingle estava rico. Eu não vi a resposta mas, sinceramente, se fosse por mim ele estaria.
    Por trás de grandes figurões se esconde mentes criativas que vivem no seu anonimado. O que eu vejo nos ónibus, senhoras e senhores, é uma capacidade de lábia enorme. Já aconteceu de eu comprar os "novos lançamentos da Tri-bala" só pelo carisma do vendedor.

    Porque que falei disso exatamente eu não sei, mas foi divertido. Talvez essa a primeira de muitas matérias sobre historias de ónibus.
    Obs: Ao pesquisar uma imagem que ilustrasse essa postagem, eu encontrei essa aí que, por acaso, retrata bem a realidade do ónibus que pego quase todos os dias(que por acaso é esse mesmo; 882 - lotado como na imagem, diga-se de passagem).

    Boa Tarde for all =)

    terça-feira, 10 de agosto de 2010

    A pedidos, Ufologia

    Reparei que não desejei o meu habitual "Boa noite" na ultima postagem. Tenho a certeza que muitas pessoas não conseguiram dormir. E tudo por minha causa...

    Como o meu caro amigo Guilherme Marçal pediu no post anterior, definirei o que é um E.T. Se você por acaso não leu o post anterior a esse, LEIA ANTES! você com toda a certeza vai entender errado se não o fizer.
    Então, para quem não sabe, isso é um E.T:
    Ok, isso sequer teve graça. Isto não é um E.T e sim "O" E.T. Sacas? "Telefonar pra casa"?
    Então, como esse filme é uma obra de ficção (desculpa se você não sabia dessa - E.Ts não voam em bicicletas; já tentei) ele não retrata o que seria realmente um E.T.
    Um E.T não tem a pele enrugada, pescoço longo e várias rugas. Simplesmente um E.T tem a aparência de um ser-humano comum, passando assim despercebida a existência deles em primeiro contacto.
    Sim, meu amigos, um E.T falava, veste-se, anda..age exatamente como você. A diferença só é notada quando você começa a conviver com esse tipo de gente. Mas sem mais delongas, o que diferencia você de um E.T?
    Embora seja um nativo do mesmo lugar que você, o E.T questiona os valores morais implantados na sociedade. Se você falar para um E.T, por exemplo, que beijou 12 mulheres numa festa, ele pode até demonstrar algum interesse só para socializar, mas no fundo isso não lhe diz nada. O E.T não consegue entender como um filme, uma banda, uma musica, pode levar gente ao delírio. Particularmente o E.T não gosta de algo por estar na moda e nem deixa de gostar pelo mesmo motivo. Ele procura conhecer antes de falar.
    A principal caracteristica de um E.T é ter um código de ética. Existem certas coisas que o E.T não faria nem pintado de amarelo(muito menos) ou por qualquer dinheiro no mundo. E.Ts têm bom coração, apesar de alguns não demonstrarem.
    Sobre a origem dos E.Ts, reza a lenda que há milhares de anos atrás uma raça diferente da nossa (não exatamente superior) implantou algo no solo para que um fato comum fosse substituído por um E.T. O plano era que um dia esses E.Ts se reunissem e dominassem o mundo através do conhecimento e a confiança obtida com os terráqueos. Só que, como se fosse um filme, algo deu errado. Os E.Ts começaram a amar essa terra e, geração após geração, esqueceram da sua missão. (Muito Smallville isso, né?). É dessa lógica que falamos o seguinte: E.Ts não são "freaks", caso contrário não seriam sociáveis e a missão nunca seria cumprida.

    Para terminar, existem um Pseudo-E.Ts. Simplesmente são aquelas pessoas que sabem da existência desses seres extra-planetários e dizem querer ser como eles quando, na pratica, agem exatamente de maneira contrária. Alguns Ufólogos chamam isso também de "Poser" de E.T.

    Enfim, defini os E.Ts como pedido. Espero que tenham gostado.

    Obs: Eu não gosto de Smallville mas assisti bastante para afirmar isso.
    Obs2: E.T é uma clássico e todo mundo sabe que o Spielberg também é um E.T que nem eu. Ele fez o filme simplesmente para despistar.
    Obs3: Ufologia estuda UFOs(Unknown Flying Objects) e não exatamente E.Ts, mas está valendo.

    Só isso. Para garantir a vossa ótima noite de sono eu desejo o meu cordial e habitual "Boa Noite" (William Bonner que se cuide).

    Adios Muchachos

    sábado, 7 de agosto de 2010

    Telefonar pra casa

    Me comprometi no ultimo post a falar primeira mente das férias, então aqui vai:
    ...
    Pronto. Agora que já falei das ferias posso seguir com o assunto principal dessa postagem.

    É de consciência geral da nação que a moda na Internet hoje em dia são os tão chamados e aclamados Vlogs, certo? O conceito de Vlog que recentemente invadiu o Brasil é algo usual nos Estados Unidos e, só para variar, teve seu formato covardemente copiado afim de trazer mais uma ideia inovadora para os Webhits do Youtube. Diante dessa explicação, eu faço a você, caro leitor, uma pergunta: Inovador aonde!?
    Etimologicamente (se é que se pode falar assim) a expressão Vlog é uma contração de "Vídeo blog". Se você que está lendo isso ainda não reparou, isso aqui é um blog.
    "Ah, Daniel(ou Pedro), mas Vlog não é apenas um um blog com vídeo. Você não vê ninguém parando pra contar a sua vida dentro de um!"
    Sim. E porque? Porque não traz público algum. O Youtube é o canal mais popular de vídeos do mundo. Se você realmente quis mostrar a sua cara, com certeza não é pra falar da sua vida pessoal, de maneira que 7 bilhões de pessoas possam ver se quiserem.
    Questionado sobre o que um Vlogger tinha que ter para ser um sucesso, Maurício Ricardo respondeu em seu site (Charges.com.br) que o Vlogger tem que ser principalmente um E.T. Nas palavras do chargista, o individuo tem que agir como se desconhecesse os hábitos terrestres e fingisse ter chegado neste momento aos nossos problemas. Dessa forma o tal ser do espaço poderia criticar, por exemplo, o porquê de uma calculadora ser feita com os botões tão pequenos. Porque não fazer uma com os botões condizentes aos dedos das pessoas. Mal terminei de ler essa declaração, eu concluí: Sou um E.T. Sim, se você não entendeu, eu vou explicar. Se você pensa diferente daquilo que é comum e não entende alguns valores irredutíveis e previamente implantados dessa sociedade, você meu amigo, sinto dizer, é um E.T. Logo, volto a dizer: Sou um E.T; sem Vlog, claro.

    Este E.T então termina com o conclusão(é óbvio, seu burro. Vai começar com a introdução!?). Porque os Vlogs, blogs críticos com a inserção de vídeo, ganharam tão sucesso e, mais uma vez, os blog foram esquecidos? A resposta é simples. Vivemos no mundo da preguiça. É muito mais confortável alguém sentar na frente do PC de braços cruzados assistindo alguém "ditar o texto" para você.
    Vivemos num mundo que desvaloriza a escrita e eu, como estudante de comunicação e blogueiro de meia-tigela, não posso aceitar isso. A critica então vai para a sociedade, mais uma vez, que, apesar do passar dos anos, retrocede cada vez mais.
    Só pra constar, não tenho nada contra Vloggers, muito pelo contrário; alguns até me divertem. Só convenhamos que não tem nada de original nisso.